Dormir barato no centro de lisboa
Dormir barato no centro de Lisboa: Guia completo para viajar sem gastar uma fortuna
Lisboa é um dos destinos mais cobiçados da Europa, mas quem disse que explorar a capital portuguesa precisa esvaziar a carteira? Com planejamento e as dicas certas, é possível dormir no centro da cidade sem pagar preços exorbitantes - e ainda aproveitar tudo o que a cidade tem de melhor. Neste guia, vamos te mostrar como encontrar hospedagens econômicas (sem abrir mão da localização), como economizar em outras áreas da viagem e até como esticar o orçamento para incluir um extra especial, como um pulo até a Rota do Prosecco em Treviso visitar rota do prosecco treviso na volta.
Por que ficar no centro de Lisboa?
Ficar hospedado no centro de Lisboa - especialmente em bairros como Baixa, Chiado, Alfama ou Bairro Alto - significa estar a poucos passos dos principais pontos turísticos, restaurantes autênticos e estações de transporte. Além da praticidade, você economiza em deslocamentos (que, em cidades turísticas, podem ser um rombo no orçamento). Mas como conciliar localização privilegiada com preços acessíveis? Vamos às estratégias.
Onde dormir barato no centro de Lisboa
1. Hostels com alma (e privacidade)
Os hostels em Lisboa evoluíram muito: hoje, muitos oferecem quartos privados com banheiro a preços que rivalizam com albergues tradicionais. Alguns destaques:
- Yes! Lisbon Hostel (Chiado): Quartos privados a partir de €50/noite, café da manhã incluído e ambiente descontraído. A localização é imbatível, perto do Elevador de Santa Justa.
- Lost Inn Lisbon Hostel (Bairro Alto): Opções de quartos duplos com varanda e vista para o rio Tejo. Preços a partir de €45/noite em baixa temporada.
- Home Hostel (Baixa): Um dos mais bem avaliados, com quartos privados a partir de €60/noite, incluindo café da manhã e jantar (sim, jantar!).
Dica: Reserve com antecedência (pelo menos 2 meses antes) e fique atento a promoções em plataformas como Hostelworld ou Booking.com. Muitos hostels oferecem descontos para estadias de 3+ noites.
2. Pensões e guesthouses familiares
Lisboa ainda guarda pensões tradicionais e guesthouses geridas por famílias locais, onde os preços são mais baixos que em hotéis, mas a experiência é autêntica. Algumas opções:
- Pensão Residencial Portugal (Rossio): Quartos simples mas limpos a partir de €40/noite. A localização é perfeita para explorar a cidade a pé.
- Guesthouse Alfama: Quartos com vista para o Castelo de São Jorge, a partir de €55/noite. Inclui café da manhã caseiro.
- Pensão Londres (Avenida da Liberdade): Um clássico lisboeta, com quartos a partir de €35/noite (banheiro compartilhado).
Atenção: Esses lugares costumam ter poucas vagas e não estão sempre nas plataformas internacionais. Vale enviar um e-mail direto (muitos têm sites simples) ou ligar para verificar disponibilidade.
3. Aluguel por temporada (mesmo para poucos dias)
Plataformas como Airbnb e Spotahome têm opções de estúdios ou quartos em apartamentos compartilhados no centro por preços surpreendentes. Filtre por:
- Preço: até €50/noite;
- Localização: Baixa, Chiado, Mouraria ou Graça;
- Avaliações: priorize anfitriões com 4.8+ estrelas e comentários recentes.
Dica extra: Se viajar em grupo (3+ pessoas), alugar um apartamento inteiro pode sair mais barato que quartos de hotel ou hostel. Em bairros como Anjos ou Intendente, é possível encontrar T1 por €60-80/noite.
4. Mosteiros e conventos convertidos
Lisboa tem uma oferta única: hospedagem em mosteiros e conventos que abriram as portas para turistas. Além da economia, é uma experiência cultural. Destaques:
- Convento de São Francisco de Lisboa (Alfama): Quartos simples e silenciosos a partir de €40/noite. O ambiente é sereno, ideal para quem busca tranquilidade.
- Mosteiro dos Jerónimos (Residência): Não é no centro, mas vale a menção. Quartos a partir de €50/noite, com parte da renda revertida para a manutenção do mosteiro.
Observação: Esses lugares costumam ter regras mais rígidas (como horário de silêncio), mas compensam pela história e pelo preço.
Quando ir: Época certa para economizar
Lisboa é um destino o ano todo, mas os preços variam drasticamente conforme a temporada:
- Baixa temporada (novembro a março, exceto Natal e Réveillon): Preços podem cair até 50%. O clima é ameno (10-18°C), ideal para explorar a cidade sem multidões.
- Ombro (abril, maio, outubro): Temperaturas agradáveis (18-25°C) e preços ainda razoáveis. É a melhor relação custo-benefício.
- Alta temporada (junho a setembro): Evite se o objetivo é economizar. Os preços disparam, e a cidade fica lotada. Se não tiver escolha, reserve com 6+ meses de antecedência.
Dica de ouro: Viaje em janeiro ou fevereiro (fora do Carnaval). Além de preços baixos, você aproveita a cidade sem filas nos principais pontos turísticos.
Como chegar barato a Lisboa
Se você está vindo de outro continente ou de longe na Europa, o voo pode ser o maior gasto da viagem. Mas há jeitos de economizar:
- Voos low cost: Companhias como Ryanair, EasyJet e Wizz Air têm rotas para Lisboa a partir de várias cidades europeias por menos de €30 (ida). Use agregadores como Skyscanner ou Kayak para comparar preços e encontrar as melhores ofertas. Uma estratégia infalível é ativar alertas de preço e ser flexível com as datas como encontrar voos low cost europa.
- Escalas inteligentes: Voos com escala em cidades como Madri, Barcelona ou Porto podem ser até 40% mais baratos. Se tiver tempo, considere fazer uma parada de 1-2 dias nessas cidades (é uma chance de conhecer outro destino sem gastar muito).
- Chegada em aeroportos alternativos: Às vezes, voar para Porto e pegar um trem ou ônibus para Lisboa (€25-35, 3h de viagem) sai mais barato que voar direto para a capital.
O que fazer em Lisboa de graça (ou quase)
Uma das vantagens de Lisboa é a quantidade de atividades gratuitas ou de baixo custo que a cidade oferece. Aqui vão algumas sugestões para aproveitar sem gastar o que fazer em lisboa de graça:
- Miradouros: Lisboa é famosa por seus mirantes com vistas deslumbrantes. Não deixe de visitar:
- Miradouro da Senhora do Monte (o melhor para o pôr do sol);
- Miradouro de Santa Luzia (em Alfama, com vista para o rio);
- Miradouro de São Pedro de Alcântara (perto do Bairro Alto).
- Museus gratuitos:
- Museu Nacional de Arte Contemporânea (grátis no primeiro domingo de cada mês);
- Museu da Marioneta (grátis aos domingos até 14h);
- Museu do Dinheiro (entrada gratuita).
- Passeios a pé: Caminhar por Lisboa é uma delícia. Faça rotas como:
- Alfama → Castelo de São Jorge → Sé de Lisboa (grátis explorar a catedral por fora);
- Baixa → Praça do Comércio → Cais do Sodré (à noite, o ambiente é incrível).
- Feiras e mercados:
- Feira da Ladra (terças e sábados em Alfama): um mercado de antiguidades e achados curiosos;
- Mercado de Campo de Ourique (jantar barato e autêntico no "Mercado da Ribeira").
- Praias: Se estiver na cidade no verão, pegue o trem para Cascais (€2,30 ida) ou Costa da Caparica (€1,95 de barco + ônibus). Ambas são praias lindas e acessíveis.
Dica: Baixe o aplicativo Visit Lisboa para acessar descontos em atrações e transporte.
Comer bem sem gastar muito
Lisboa é um paraíso gastronômico, mas é possível saborear a culinária local sem estourar o orçamento. Aqui vão algumas dicas:
- Pratos econômicos:
- Bifana (sanduíche de porco): €2-3 em lugares como O Trevo (Bairro Alto);
- Pastel de nata: €1-1,20 em Manteigaria ou Fábrica da Nata;
- Prato do dia: Muitos restaurantes oferecem almoço (sopa + prato + bebida) por €8-10. Procure lugares cheios de locais, como Tasca do Chico (Bairro Alto) ou Zé da Mouraria.
- Mercados:
- Mercado da Ribeira (Time Out Market): Embora alguns pratos sejam caros, há opções a partir de €5 (como croquetes ou petiscos). Vá no almoço para evitar multidões;
- Mercado de Campo de Ourique: Menos turístico e com preços mais baixos. Experimente o prego no pão (€3,50).
- Supermercados: Comprar pão, queijo, presunto e fruta em supermercados como Pingo Doce ou Continente e fazer um piquenique nos miradouros é uma ótima pedida. Um jantar para dois sai por menos de €10.
Transporte: Como se locomover sem gastar
Lisboa é uma cidade pequena e bem conectada. Aqui vão as opções mais econômicas:
- A pé: A maioria das atrações no centro fica a uma distância caminhável. Use um mapa offline (como o Maps.me) para não se perder;
- Metro e ônibus: O bilhete simples custa €1,65, mas o passe 24h (€6,60) compensa se você vai usar muito transporte. Compre o cartão Viva Viagem (€0,50) e recarregue conforme necessidade;
- Elétricos (bonde): O famoso elétrico 28 custa €3,20 (bilhete simples), mas evite-o em horários de pico (das 10h às 18h) por causa das filas. Uma alternativa é pegar o 737 (ônibus), que faz um trajeto semelhante por €1,65;
- Bicicleta: Lisboa tem um sistema de bikes compartilhadas (Gira) com preços a partir de €1,50 por 1h. Cuidado com as ladeiras!
- Uber/Bolt: Para trajetos curtos (até 3km), pode sair mais barato que o táxi. Use cupons de primeiro uso para descontos.
Dica bônus: Estique sua viagem com um pulo à Itália
Se você está vindo da Europa ou planeja continuar a viagem por lá, que tal aproveitar para conhecer a Rota do Prosecco em Treviso visitar rota do prosecco treviso? Voos low cost de Lisboa para Veneza (Treviso) podem custar menos de €20 (ida) com a Ryanair. De lá, é fácil alugar um carro ou pegar um trem para explorar as vinícolas da região do Prosecco, onde degustações custam a partir de €10. Uma ótima maneira de terminar (ou começar) sua viagem com um toque de luxo acessível!
Resumindo: Como dormir barato no centro de Lisboa
- Hostels com quartos privados: €40-60/noite;
- Pensões e guesthouses: €35-55/noite;
- Aluguel por temporada: €50-80/noite (para grupos);
- Mosteiros: €40-60/noite (experiência única);
- Época ideal: Janeiro, fevereiro ou setembro;
- Voos low cost: Compare em Skyscanner e seja flexível como encontrar voos low cost europa;
- Atividades gratuitas: Miradouros, museus em dias específicos e passeios a pé o que fazer em lisboa de graça;
- Comida económica: Bifanas, prato do dia e mercados;
- Transporte: Caminhe ou use o passe 24h (€6,60).
Com essas dicas, você consegue explorar Lisboa sem preocupações financeiras e ainda sobra dinheiro para levar uma garrafa de ginjinha (o licor típico de cereja) de volta para casa. Boa viagem!
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